sábado, 2 de julho de 2011

Antes da maré

Depois de alguns dias cheio finalmente pude me divertir um pouco na calorosa fogueira de São João. Por aqui tornou-se uma grande festa onde pessoas de todo os lugares vem para ver a queima de uma fogueira de 30 e poucos metros. É uma grande festa! A única época do ano que me sinto em casa com tantas pessoas desconhecidas e o apetite de conhecer novos ares.
Vi muitas pessoas novas mas nada que atraísse minha atenção. A não ser por um rapaz, muito bonito, que passei quase metade do baile tentando descobrir se ele era hetero ou gay! Foi algo bem dificil de se descobrier já que por aqui as pessoas tem certo preconceito, não só com a sensualidade mas com o todo. Assim muito caras acabam se inibindo, deixando de viver o lado coca-cola da vida!
Mas esses dias só me trouxeram uma questão que há tempos vem me encomodado: namoro.
Não sou o tipo de pessoa que se agarra a um relacionamento, tão pouco sou daqueles euforicos doidos para ter alguém a qualquer custo. Sou na minha. Espero que os ventos tragam algo, e isso, até então, tem dado certo com as ficadas. Claro que pra um namoro eu não teria tanta sorte quanto as ficadas e quem sabe eu tivesse essa sorte?
O que eu quero dizer é que estou disposto a encara a normalidade de um relacionamento. Ter alguém com quem conversar do dia que tive e repartir os louros das descobertas; alguém que soubesse me entender quando estivesse feliz, triste, magoado, sofrendo, perdido, alienado, machucado, desamparado; alguém que me conforte a noite e diga palavras boas; alguém, só quero ter alguém.
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